etérea, who?

O conceito “etérea” existe em mim desde cedo. Porém, algo que só fui conceber como marca  e proposta de trabalho em 2008.

Sempre quis trazer leveza ao mundo, expandir de forma mais ampla o que meus braços e pernas poderiam alcançar. Octopus também me agradam, girafas, mas a imaterialidade e a metafísica me inquietam e alegram muito mais.

Faço ilustrações minimalistas de um mundo incompleto e imaginário. Um não bastou. Paralelismos me seduzem.

Nunca gostei de definições. Juízo final só era de meu agrado no filme Auto da Compadecida, de Guel Arraes. Agrada-me muito mais o processo, o que nos foge entre os dedos. O momento. Aquilo que não volta e precisa ser valorizado, cuidado.

“Enriquecemos de nossas diferenças” e qual a melhor forma de entrar em contato com alto grau de alteridade, do que em movimento?

Liberdade para criar é fundamental. Conhecer cidades, aprender como elas funcionam e como as pessoas as percebem – e, especialmente, onde estou nesta grande engrenagem, que as pessoas chamam de mundo, mas chamo carinhosamente de “meu quintal”. Uma brincadeira despretensiosa que virou projeto O Mundo é O Meu Quintal.

O trabalho é desenvolvido remoto, mas a proximidade é daquela que você nem precisa convidar. (Blim Blom). Já estamos em sua casa. Brincadeira. Pode continuar de pijama.

Ah, de perene, apenas uma tattoo. É, pequenina, no pulso. Uma bike. Comemorativa como daquelas honrosas medalhas de bandeirantes – habilitada a voar (sim, pois eu não sabia “bikear” e hoje voo longe e você pode acompanhar por aqui).

Desenvolvemos trabalho para diversas partes do mundo, com uma equipe que se divide entre São Paulo e o universo. Nosso escritório remoto já esteve el Köln [ Alemanha ], Milano [ Itália ], Yantai [ China ] e atualmente em Miami [ USA ].

Entre e fique à vontade, é tudo nosso.